20 de mai. de 2021
Coleção Botânica de Plantas Medicinais (Fiocruz-CBPM)
8 de abr. de 2021
“Por que não conseguimos aproveitar o valor econômico da biodiversidade? ”
Helba Cirino Souza
| Vol. I, Part I, Fasc. See Urban Prancha 1, Publicado em 1906. Flora Brasiliensis - fb.cria.org.br |
Esse é o questionamento lançado por Rubens Naves em artigo publicado na revista “Le Monde Diplomatique Brasil” nº 165. Questionamento que provoca profundas reflexões e tem como saída grandes transformações.
Continua Rubens: É preciso transformar a forma como vivemos,
trabalhamos e nos relacionamos. A questão é que o futuro chegou e, com ele, a
conta ambiental. O Brasil ainda tem a possibilidade de dar a volta por cima com
uma perspectiva concreta de prosperidade sustentável. A evolução biológica, que
nos presenteou com a máxima biodiversidade do planeta, tem o potencial de
realmente transformar o país. Temos os meios de criar ferramentas para colocar
em prática a bioeconomia da floresta em pé, respeitando o conhecimento dos
povos tradicionais que sabem desse potencial.
Rubens Naves preside o
Conselho Deliberativo do Centro de Referência em Informação Ambiental – CRIA,
instituição que ao longo de seus 20 anos tem contribuído para a disponibilidade
de informações sobre a biodiversidade brasileira, de forma livre, gratuita e
online. Os sistemas públicos de informação são resultados de um trabalho colaborativo entre cientistas, universidades e
institutos de pesquisas do Brasil e do Exterior.
Precisamos nos
harmonizar à natureza e preservá-la para garantir a sobrevivência da espécie
humana. Desenvolvimento e preservação ambiental precisam caminhar juntos. O Brasil
pode se transformar em uma potência biotecnológica através do manejo consciente
da biodiversidade. Mudanças radicais são necessárias!
24 de fev. de 2021
Nova coleção de borboletas está disponível online na rede speciesLink
Kátia Aleixo, Associação Brasileira de Estudo das Abelhas - A.B.E.L.H.A.
Desde janeiro deste ano, mais uma coleção de insetos disponibilizou dados e imagens na rede speciesLink, o acervo de Lepidópteros da Santa Genebra. A fototeca é fruto da parceria entre o Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA) e a Fundação José Pedro de Oliveira (FJPO), com o apoio da associação A.B.E.L.H.A..
Atualmente, podem ser acessados 42 registros online na rede speciesLink, incluindo lindas imagens dos espécimes catalogados.
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| Borboleta conhecida popularmente como Olho-de-coruja (Caligo illioneus) (cc) Lepidópteros da Santa Genebra (LSG). |
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| Borboleta conhecida popularmente como Borboleta-do-girassol (Chlosyne lacinia saundersi) (cc) Lepidópteros da Santa Genebra (LSG) |
Lepidópteros da Santa Genebra
A fototeca está sob responsabilidade da FJPO e conta com registros de espécies de borboletas de ocorrência na Unidade de Conservação (UC) ARIE Mata de Santa Genebra, maior fragmento de floresta nativa da região metropolitana de Campinas - SP. É interessante destacar que, ao longo de mais de 30 anos, já foram catalogadas 700 espécies em levantamentos realizados na UC. Os espécimes encontram-se depositados na Coleção de Lepidoptera do Instituto de Biociências da UNICAMP.
A fototeca será continuamente incrementada com os registros realizados na ARIE Mata de Santa Genebra pela equipe da FJPO, gestora da UC, e pelos participantes do Programa de Fotografia da Natureza, que busca aproveitar o potencial da fotografia como ferramenta para educação ambiental e promover o envolvimento da comunidade na divulgação e valorização dessa UC de grande importância regional.
Importantes polinizadores
As borboletas e mariposas compreendem a ordem Lepidoptera, segunda maior em número de espécies do grupo dos insetos, atrás apenas de Coleoptera (besouros). Do total de espécies de lepidópteros conhecidas, 90% visitam flores para se alimentarem de néctar e, assim, polinizam centenas de espécies vegetais no país.
Na agricultura, segundo o Relatório Temático sobre Polinização, Polinizadores e Produção de Alimentos no Brasil, as borboletas visitam as flores de 45 cultivos e polinizam quatro deles: laranjeira, mangabeira, pereira e abacaxizeiro-do-cerrado. Ao todo, 40 espécies de borboletas visitam cultivos, das quais 14 atuam como polinizadores.
Já as mariposas visitam as flores de 12 cultivos e cooperam para a polinização do pequizeiro, piquiazeiro, jaracatiazeiro e mangabeira, atuando como principais polinizadores deste último. Um total de 20 espécies de mariposas são visitantes florais de cultivos, sendo 13 delas identificadas como polinizadores.
A rede speciesLink
A rede speciesLink, mantida pelo Centro de Referência em Informação Ambiental (CRIA), é um sistema que tem por objetivo integrar a informação primária sobre biodiversidade que está disponível em museus, herbários e coleções biológicas, tornando-a disponível, de forma livre e aberta na Internet, para o público em geral. Atualmente, existem mais de 15 milhões de registros online na rede, distribuídos em 534 coleções e subcoleções biológicas.
3 de fev. de 2021
Imagens de plantas coletadas no século XVII no nordeste do Brasil são disponibilizadas no INCT Herbário Virtual via rede speciesLink
João Renato Stehmann, Professor do Departamento de Botânica, ICB, UFMG
O livro-herbário e diversos manuscritos foram levados para a Holanda e serviram de base para a publicação da Historia Naturalis Brasiliensis (Piso & Marcgrave 1648), editado por Jan de Laet, que faleceu em 1649. Após sua morte, o herbário foi comprado por Willian Worm e levado para a Dinamarca. Posteriormente foi adquirido pelo então rei da Dinamarca, Frederico III, e incorporado ao acervo real, hoje no Museu de História Natural da Dinamarca.
Para se ter uma ideia da importância do acervo, devemos lembrar que as outras amostras antigas provenientes do Brasil datam da segunda metade do século XVIII, como aquelas coletadas por Philibert Commerson (e Jeanne Baret), 1767, e de Alexandre Rodrigues Ferreira, entre 1783 e 1792. O acervo digital repatriado pode ser considerado uma verdadeira relíquia!.
O Herbarium vivum brasiliense foi estudado na década de 1970 pelos pesquisadores Dárdano de Andrade-Lima, botânico pernambucano, Anne Fox Maule, Troels Myndel Pedersen e Knud Rahn, dinamarqueses, o que resultou na publicação da lista identificada e comentada das amostras. Quase uma década depois, como forma de divulgar esse importante acervo histórico, o texto do artigo, escrito originalmente em inglês, foi traduzido para o português e publicado como livro, incluindo as fotografias das amostras.
A divulgação das imagens das plantas coletadas por Marcgrave no INCT Herbário Virtual, em parceria com o Museu de História Natural da Dinamarca, é como a descoberta de um tesouro perdido. Resgata um dos mais importantes patrimônios históricos da flora brasileira, além de possibilitar que a comunidade científica possa, de forma acessível, utilizá-lo na pesquisa e ensino em diversas áreas do conhecimento.
Referências:
8 de dez. de 2020
20 anos do Centro de Referência em Informação Ambiental
Hoje, 8 de dezembro de 2020, celebramos o vigésimo aniversário do CRIA, uma instituição constituída para disseminar o conhecimento científico e, dessa forma promover a conservação e uso sustentável dos recursos naturais do país.
Temos muito o que celebrar! Ao longo do tempo estabelecemos importantes parcerias com instituições de ensino e pesquisa, com destaque às instituições mantenedoras de coleções biológicas do país e do exterior. Juntos, desenvolvemos a rede speciesLink, uma e-infraestrutura de dados sobre a ocorrência de espécimes de acesso livre e aberto a todos os interessados. A rede teve início em 2001 com o apoio do programa Biota Fapesp para integrar os acervos das coleções paulistas. Ao longo dos 19 anos de desenvolvimento, com o apoio das agências de fomento federais como CNPq, CAPES e Finep, e das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa como a Facepe, Fapesp, Fapes e Fapemig a rede conta com pelo menos uma coleção em cada estado da União e do Distrito Federal.
A força da rede é o trabalho coletivo e colaborativo das equipes associadas às 158 instituições com coleções biológicas do país e do exterior que compartilham mais de 15 milhões de registros e 4 milhões de imagens de forma livre a aberto a todos. Aproveitamos essa data para agradecer a esses milhares de pesquisadores que colocam o seu conhecimento a serviço da sociedade.
Agradecemos ainda o Comitê Gestor do INCT-Herbário Virtual da Flora e dos Fungos em nome da Profa. Leonor Costa Maia, coordenadora desse INCT, por todo apoio e parceria nos últimos 10 anos. Incluímos um agradecimento especial à Dra. Ana Lúcia Assad, que nos últimos cinco anos tem trabalhado no fomento às ações de organização e disseminação de informações sobre abelhas, um grupo tão importante para a agricultura e manutenção das nossas áreas naturais.
Outro parceiro fundamental é a RNP, Rede Nacional de Ensino e Pesquisa, cuja infraestrutura possibilita a participação plena das coleções de todo território nacional na rede speciesLink. A RNP também é responsável pelos serviços em nuvem utilizados pelo CRIA para todo o seu desenvolvimento e manutenção dos sistemas públicos de informação.
Equipe do CRIA, 2020
Aproveitamos a oportunidade para sugerir a visita a outros produtos do CRIA.
- Flora brasiliensis, a magnífica obra produzida entre 1840 e 1906 pelos editores Carl Friedrich Philipp von Martius, August Wilhelm Eichler e Ignatz Urban, com a participação de 65 especialistas de vários países.
- Herbário Virtual A. de Saint-Hilaire, apresenta a coleção botânica de Auguste de Saint-Hilaire, incluindo seus cadernos de campo e as plantas do Brasil coletadas durante suas viagens de exploração de 1816 a 1822.
- Catálogo de Abelhas Moure, produto do trabalho do Padre Jesus Santiago Moure com as espécies de abelhas neotropicais, que teve continuidade por especialistas brasileiros sob a coordenação do Prof. Gabriel Melo.
- Sistema de Informação Científica sobre Abelhas Neotropicais, uma plataforma de pesquisa que tem por objetivo facilitar o acesso à informação científica disponível em diferentes sistemas on-line.
8 de out. de 2020
O CRIA adere ao movimento Coalizão Brasil
A Coalizão Brasil Clima, Florestas e Agricultura é um movimento multissetorial que se formou com o objetivo de propor ações e influenciar políticas públicas que levem ao desenvolvimento de uma economia de baixo carbono, com a criação de empregos de qualidade, o estímulo à inovação, à competitividade global do Brasil e à geração e distribuição de riqueza a toda a sociedade. O CRIA acaba de aderir a esse movimento. Veja a nota "Coalizão Brasil chega a 250 membros".
Trata-se de uma oportunidade para que setores com interesses imediatos distintos como o agronegócio, siderurgia, madeira, cosméticos, papel e celulose, meio acadêmico, organizações da sociedade civil de interesse público como o CRIA entre tantos outros, possam dialogar e se unir em torno de questões maiores como as mudanças climáticas, o desmatamento, a recuperação de áreas degradadas, o desenvolvimento sustentável e a proteção social.
"Na prática, a Coalizão defende políticas e incentivos econômicos que aproveitem as vantagens comparativas do Brasil e posicionem o país como protagonista global de um novo modelo de desenvolvimento, mais próspero, justo e sustentável, gerador de emprego e renda."
Para mais informações, acesse o site da Coalizão Brasil.
13 de ago. de 2020
Análise do Relatório Lacunas – subfamília Adreninae – julho 2020
Dora Canhos (CRIA), Sidnei de Souza (CRIA) e Eduardo Almeida (FFCLRP, USP)
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| Figura 1. EY25663 Rhophitulus pygidialis (Vachal J., 1909) holotype (Fonte: The Hymenoptera collection (HY) (RECOLNAT_MNHN_EY) na rede speciesLink - http://www.splink.org.br, 12/08/2020) |
Em julho de 2019 divulgamos nesse Blog o lançamento de uma nova ferramenta para evidenciar as lacunas de dados e conhecimento das abelhas neotropicais que ocorrem no Brasil. O desenvolvimento desse sistema é um produto do projeto "Consolidação da e-infraestrutura de dados abertos sobre a diversidade das abelhas nativas do Brasil" (Processo: 400580/2018-7), financiado pelo CNPq e pela associação A.B.E.L.H.A. e coordenado pelo Prof. Eduardo Andrade Botelho de Almeida da USP, Ribeirão Preto.
- Auxiliar na identificação de abelhas dos grupos taxonômicos pouco estudados e indicar a necessidade de formação de taxonomistas
- Orientar o trabalho de novas coletas, tanto em relação às espécies como também aos estados prioritários
- Auxiliar na identificação de grupos prioritários para digitação ou georreferenciamento dos dados
- Auxiliar na avaliação do status de conservação de espécies.
Resultados
- não Brasil significa espécies que não têm indicação de ocorrência no Brasil no Catálogo de Abelhas Moure, edição de julho de 2012.
- sim Brasil significa espécies que têm indicação de ocorrência no Brasil no Catálogo de Abelhas Moure, edição de julho de 2012.
8 de jun. de 2020
Field Museum of Natural History (Botany) Bryophyte Collection

A Coleção de Briófitas da América do Sul do Herbário F - Field Museum está sendo compartilhada com o INCT-Herbário Virtual via rede specieslink. São 21.562 registros, dos quais 2.137 possuem imagens associadas, de espécimes coletadas em doze países da América do Sul com destaque para a Bolívia (17.332), Chile (2.180) e Venezuela (1.228).
São 246 registros de tipos, sendo o espécime Entosthodon puiggarii Geh. & Hempe, coletado no Brasil por J.I.Puiggari em 1833, o registro de tipo com data de coleta mais antiga.
Há 218 registros do Brasil referentes a coletas realizadas desde o início do século XIX até a atualidade, representados por táxons das hepáticas Cephaloziaceae, Frullaniaceae, Lejeuneaceae, Lepidoziaceae, Plagiochilaceae e dos musgos Calymperaceae, Dicranaceae, Fissidentaceae, Polytrichaceae, Sematophyllaceae e Sphagnaceae, bem como de outras famílias. A procedência dos espécimes é principalmente dos estados do Amazonas, Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais, Santa Catarina, Bahia e Goiás.
Trata-se de mais uma importante fonte de consulta e estudo a dados de coleções de Herbários de grande referência mundial, que veem sendo reunidos e compartilhados via INCT-Herbário Virtual, fundamentais ao conhecimento da biodiversidade e de uma ampla gama de áreas da ciência.
| Algumas imagens de espécimes tipo coletados no Brasil |
2 de jun. de 2020
Dados da coleção entomológica de himenópteros do Museu Nacional de História Natural de Paris na rede speciesLink
Em maio de 2020 foram incorporados à rede speciesLink 487 registros de himenópteros distribuídos em famílias de abelhas, vespas e formigas, da coleção entomológica do Museu Nacional de História Natural (Muséum National d'Histoire Naturelle - MNHN) de Paris, França. Os dados compartilhados com a rede speciesLink são de coletas realizadas em países da América do Sul e representam uma parte de um total de cerca de 1 milhão de espécimes de himenópteros depositados na coleção. Os dados da coleção EY restritos a coletas realizadas na América do Sul estão disponíveis na coleção RECOLNAT_MNHN_EY na rede speciesLink.Aproximadamente 350 registros possuem imagens digitalizadas online, que incluem diferentes vistas dos espécimes da coleção bem como suas etiquetas de identificação.
O grupo das abelhas está representado por 98 registros, distribuídos nas famílias Colletidae (47% dos registros), Halictidae (24%), Apidae (18%), Megachilidae (7%) e Andrenidae (4%).
Integração com o Sistema de Informação Científica sobre Abelhas Neotropicais (infoA.B.E.L.H.A.)
Os 19 registros de abelhas da coleção de himenópteros do MNHN coletados no Brasil estão distribuídos em 15 espécies, sendo 11 com nomes científicos aceitos de acordo com a classificação do Catálogo Moure e quatro sinônimos.
29 de mai. de 2020
A importância da coleção de Fungos do Field Museum para o Brasil
O Herbário John G. Searle do Field Museum de Chicago (EUA) tem a 5a. maior coleção do hemisfério ocidental e inclui aproximadamente 3 milhões de espécimes de angiospermas, gimnospermas, pteridófitas, briófitas, fungos (incluindo ascomicetes liquenizados) e algas. O Herbário foi fundado em 1894 com a aquisição da World's Columbian Exposition de 1893. Várias expedições botânicas permitiram ao Herbário se estabelecer como um dos mais proeminentes repositórios de plantas da América Central e Sul.Além das plantas, o Herbário conta com uma coleção de cerca de 350 mil fungos e líquens, dos quais 137 mil registros estão disponíveis online e 5400 representam espécimes-tipo. A coleção de fungos - Field Museum of Natural History (Botany) Fungi Collection (FMNH-Fungi) compartilha seus dados de coletas realizadas na América do Sul com o INCT – Herbário Virtual através da rede speciesLink. São dados de 4.816 espécimes de 901 espécies distintas. Mais de 3 mil registros têm imagens associadas e 818 são tipos. Em relação a material coletado no Brasil, são 1.218 espécimes (783 com imagens associadas) de 293 espécies distintas, sendo que 306 registros são de tipos.
A maior parte dessa coleção micológica é formada por fungos liquenizados e agaricoides, coletados principalmente por Rolf Singer no fim da década de 1970, Greg Mueller em 1987, Marcela Cáceres e Andre Aptroot em 2012. Na coleção brasileira, destacam-se os espécimes-tipo, especialmente de fungos fitopatogênicos, coletados por E.H.G. Ule no Amazonas, Rio de Janeiro e Santa Catarina e descritos por diversos autores (Fig 1) e os fungos agaricoides coletados e descritos por Rolf Singer (Fig. 2).
| Figura 1. Fungos fitopatogênicos coletados por E.H.G. Ule no Amazonas e Santa Catarina (Fonte: FMNH-Fungi, http://inct.splink.org.br, acessado em 27/05/2020) |
| Figura 2. Fungos agaricoides coletados e descritos por Rolf Singer ((Fonte: FMNH-Fungi, http://inct.splink.org.br, acessado em 27/05/2020) |
Referências:
Field Museum. Focus: Fungi and Lichens (www.fieldmuseum.org/science/research/area/focus-fungi-and-lichenshttps://www.fieldmuseum.org/science/research/area/focus-fungi-and-lichens)
INCT - Herbário Virtual da Flora e dos Fungos online (inct.splink.org.brhttp://inct.splink.org.br/)



















