31 de jan. de 2023
Novidades no speciesLink
23 de jan. de 2023
Novas ideias para a rede speciesLink
Quem sabe a gente consiga encontrar uma forma de torná-la realidade.
Novidade na rede speciesLink
Esse post tem por objetivo informar sobre o uso dos dados do backbone taxonômico do GBIF (GBIF Backbone Taxonomy) que utiliza os dados do Catálogo da Vida para a classificação superior completa, acima das famílias. O CRIA checa o gênero e indica a classificação desde o reino até o gênero proposto pelo GBIF em um campo específico. Os dados enviados pelos provedores de dados não são alterados.
15 de dez. de 2022
Novidade na interface de busca da rede speciesLink
Sidnei de Souza, Renato De Giovanni e Dora Ann Lange Canhos - CRIA
É com enorme satisfação que anunciamos que a coleção 7 do MapBiomas sobre uso e cobertura da terra a partir de imagens de satélite está online na interface de busca da rede speciesLink como novo filtro geográfico. São 37 anos mostrando o processo de conversão de vegetação nativa em áreas antrópicas. De acordo com o MapBiomas, “as alterações causadas pela ação do Homem entre 1985 e 2021 correspondem a um terço de toda área antropizada do país. Nesse período, o Brasil passou de 76% de cobertura da terra de vegetação nativa (florestas, savanas e outras formações não florestais), para 66%. Por outro lado, a área ocupada por agropecuária cresceu de 21% para 31% do país, com destaque para o crescimento de 228% das áreas de agricultura e que agora representam 7,4% do território nacional”.
A coleção 7 do MapBiomas apresenta os mapas de uso da terra dos anos, de 1985 a 2021. Para cada ano o usuário pode escolher o tipo de uso e cobertura da terra que deseja analisar. A figura a seguir mostra as opções existentes, tanto para áreas naturais, como antrópicas.
Uma busca na rede speciesLink por registros botânicos coletados no bioma Cerrado em áreas que em 1985 eram naturais, retorna cerca de 428 mil registros de aproximadamente 17,5 mil espécies distintas. A mesma busca em áreas naturais do Cerrado em 2021, retorna cerca de 388 mil registros de 17 mil espécies distintas.
A interface também permite fazer a mesma busca comparando diferentes anos e diferentes usos do solo. Podemos, por exemplo, buscar espécies coletadas em áreas do cerrado que eram naturais em 1985 e que são pastagens em 2021. Essa busca recuperou mais de 26 mil registros de mais de 5 mil espécies distintas. A mesma busca substituindo o mapa de uso do solo em 2021 de pastagem para plantação de soja retorna cerca de 6 mil registros de mais de 2 mil espécies distintas. Os resultados são um indicativo de como a biodiversidade pode ser afetada com a mudança do uso e cobertura da terra.
Para viabilizar esse tipo de busca, cada registro com coordenadas originais consistentes foi indexado com os dados do MapBiomas. Portanto, cada um apresenta a informação sobre o histórico do uso da terra do local da coleta, indicando o ano de coleta.Passando o mouse no diagrama de uso e cobertura da terra para esse registro, vimos que o mesmo foi coletado em 1995 um uma área de formação savânica que em 2002 e 2003 era um mosaico de agricultura e pastagem e que, a partir de 2004, é uma área de plantação de soja.
Gostaríamos muito de receber o feedback dos usuários em relação ao uso e usabilidade do sistema. Esse tipo de busca responde alguma pergunta? Que outras perguntas podem ser atendidas? Como seria a melhor forma de mostrar o resultado da busca?
Como sempre, toda sugestão e comentários são bem vindos. Envie seus comentários para speciesLink@cria.org.br.
O desenvolvimento desse trabalho é fruto da parceria do CRIA com o MapBiomas e conta com a doação de recursos do Instituto Clima e Sociedade (iCS).
25 de ago. de 2022
Mais um artigo sobre a experiência do INCT-Herbário Virtual da Flora e dos Fungos
Dora Ann Lange Canhos
A equipe responsável pela coordenação do Herbário Virtual da Flora e dos Fungos, um dos Institutos Nacionais de Ciência e Tecnologia, liderada nesta publicação pela Maria Regina de V. Barbosa, publicou o resumo do trabalho preparado para o simpósio "A Global Collections Network: building capacity and developing community" promovido pelo TDWG 2022 na Bulgária.
O título do trabalho é:
"Building Networks to Promote Knowledge of Brazil’s Biodiversity: The experience of the INCT - Virtual Herbarium"
com autoria de:
Maria Regina de V. Barbosa, Ana Odete Vieira, Ariane L Peixoto, Dora Ann Lange Canhos, João R Stehmann, Mariângela Menezes e Leonor C Maia.
O trabalho foi publicado no: Biodiversity Information Science and Standards 6: e91462. https://doi.org/10.3897/biss.6.91462.
Boa Leitura!
Para quem ainda não assistiu, o INCT também apresenta um novo vídeo sobre
"Boas práticas na produção de imagens"
oferecido pela:
- professora Maria Candida Henrique Mamede, curadora do Herbário do Estado "Maria Eneyda P. Kaufmann Fidalgo" do Instituto de Botânica de São Paulo,
- com a produção e edição de Caio Herique Mamede.
Boa Aula!
20 de ago. de 2022
São Paulo School of Advanced Science on Sustainable and Inclusive Amazon (SPSAS)
Carlos A. Joly
The objective of this SPSAS is to provide young post-docs with a multi and interdisciplinary vision, including the vision of indigenous and traditional populations, of the main problems that have historically hindered sustainable development, conservation, and social inclusion in the Amazon Basin, as well as to discuss the existing alternatives and jointly build new proposals for the solutions to these problems.
The SPSAS Sustainable and Inclusive Amazon will take place from November 21th to December 4th in a Hotel/Resort in the countryside of the State of São Paulo, that allows isolation from the urban and day-to-day hustle, promoting a greater focus and strong interaction between all participants.
The course will be based on lectures, discussions, work groups, and the development of a draft paper with a problem-solving perspective, where groups of students will be challenged to create scenarios for a certain issue/situation, to be defined by each group, or offered by the teachers. Through this challenge, students should develop possible scenarios/visions, indicate what data is required, and what models are available or need to be developed to test the scenarios. Participants will interact with renowned scientists, seeking the solution to the challenges presented in a multidisciplinary and multicultural context.
The program will be divided into 3 main axes:
Axis 1 - The Amazonian territory and its sustainability
Axis 2 - Amazonians as protagonists of biodiversity conservation and climate change mitigation
Axis 3 - The Amazon and its inhabitants in harmony with its environment and the Sustainable Development Goals (SDG)
Who can apply: SPSAS Amazon is for early career researchers that have earned his/her PhD from 2015 onward. Exceptionally PhD candidates (graduate students, currently registered in the last year of their Doctoral/PhD courses), can also be accepted. We encourage applications from students from different academic disciplines (natural, social, and human sciences, engineering, communication) provided their academic work and study is related to the themes of the school and related topics.
Application deadline: August 31th, 12:00 (GTM-03)
To promote the diversity of the School’s participants, equity in ethnic and gender representation will also be considered.
Expected number of students: 90
- 15 From the Brazilian Amazon Post Docs/Doctoral candidates who did their undergraduate studies in the Amazon Region.
- 15 Post Docs/PhD from AMAZONIA COUNTRIES (Bolivia, Colombia, Ecuador, Guyana, French Guyana, Peru, Suriname and Venezuela).
- 15 Post Docs/Doctoral Fellows from OTHER REGIONS OF BRAZIL
- 30 Post Docs from Institutions from the state of São Paulo (usually FAPESP requires 50% from São Paulo Institutions)
- 15 Post Docs from OTHER COUNTRIES.
More information including the full program and how to apply is available at https://spsas-amazonia.biota.org.br/.
19 de ago. de 2022
Novo filtro por uso e cobertura da terra no speciesLink
Renato De Giovanni
Como produto da parceria CRIA/MapBiomas, patrocinada pelo Instituto Clima e Sociedade (iCS), a rede speciesLink oferece uma nova possibilidade de filtragem em sua interface de busca com base no uso e cobertura da terra. Os dados são provenientes do MapBiomas, uma iniciativa pioneira que desde 2015 vem produzindo mapas anuais da cobertura e uso da terra no Brasil através de uma rede colaborativa de ONGs, universidades e startups de tecnologia.
Nesta versão inicial, é possível filtrar os registros disponíveis na rede speciesLink por categoria de uso e cobertura da terra nos anos 1985 e/ou 2020 da coleção 6 do MapBiomas. Apenas registros coletados no Brasil e georreferenciados na origem são considerados. As categorias disponíveis para filtragem são as mesmas da legenda do MapBiomas, que estão divididas em dois grandes grupos: áreas naturais, com subcategorias como formação florestal, formação savânica, rios, lagos, mangue, entre outros, e áreas antropizadas, com subcategorias como pastagem, mineração, agricultura, etc. É possível utilizar dois filtros simultâneos, permitindo buscas, por exemplo, por registros coletados em locais onde em 1985 havia cobertura natural mas que em 2020 o mesmo local encontra-se antropizado.
A visualização dos resultados em mapa agora oferece também a possibilidade de ativar camadas de sobreposição relativas ao uso e cobertura da terra, permitindo selecionar o ano e as categorias desejadas. Registros do speciesLink coletados no Brasil e georreferenciados na origem agora incluem informações sobre as categorias de uso e cobertura da terra.
Nas próximas versões os dados do MapBiomas na rede speciesLink deverão ser atualizados para a nova coleção 7, a ser lançada no final de agosto de 2022. Também serão incorporados os mapas de todos os anos intermediários. Além disso, em breve, os dados da rede speciesLink também estarão disponíveis através da interface do MapBiomas.
Tratando-se de uma versão inicial, ideias e sugestões são sempre bem-vindas! Esperamos, com esta nova funcionalidade, estimular novas pesquisas e diferentes tipos de busca unindo dados de biodiversidade a dados de uso e cobertura da terra.
17 de ago. de 2022
Artigo sobre a rede speciesLink
Dora Ann Lange Canhos
- A. Townsend Peterson, University of Kansas, Lawrence, Kansas, USA.
- Ana Lucia Assad, Associação Brasileira de Estudos das Abelhas, São Paulo, SP, Brasil.
- Arthur David Chapman, Australian Biodiversity Information Services, Melbourne, Australia.
- Barbara Thiers, New York Botanical Garden, Bronx, New York, USA.
- Dora Ann Lange Canhos, CRIA, Campinas, SP, Brasil
- Eduardo A. B. Almeida, Universidade de São Paulo, Ribeirão Preto, SP, Brasil.
- Gil Nelson, Integrated Digitized Biocollections, Gainesville, Florida, USA.
- João Renato Stehmann, Universidade Federal de Minas Gerais, Belo Horizonte, MG, Brasil.
- José Rubens Pirani, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.
- Joseph T. Miller, Global Biodiversity Information Facility, Copenhagen, Denmark.
- Leonor Costa Maia, Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE, Brasil.
- Lúcia Garcez Lohmann, Universidade de São Paulo, São Paulo, SP, Brasil.
- Mercedes Maria da Cunha Bustamante, UnB, Brasília, DF, Brasil.
- Renato De Giovanni, CRIA, Campinas, SP, Brasil.
- Sidnei de Souza, CRIA, Campinas, SP, Brasil.
- Vanderlei Perez Canhos, CRIA, Campinas, SP, Brasil.
- Vera Lúcia Imperatriz-Fonseca, Universidade de São Paulo, SP, Brasil.
29 de jul. de 2022
Catálogo de Abelhas Moure atualizado
Gabriel A. R. Melo, UFPR
Alguns táxons novos não foram catalogados na presente versão pela impossibilidade de se acessar o conteúdo original da publicação. Esses casos envolvem periódicos com acesso restrito e que não são assinados pelo Portal de Periódicos da Capes. Foram feitas tentativas de se obter os respectivos arquivos PDF diretamente com os autores, porém sem sucesso. Assim, optou-se por não incluir as informações contidas nos resumos, uma vez que são insuficientes para uma catalogação mais completa dos atos nomenclaturais pertinentes.
Quero chamar atenção aqui também para publicações taxonômicas que se beneficiam da informação disponibilizada livremente pelo catálogo, mas que nem sempre dão os devidos créditos. Há casos, por exemplo, de posicionamento taxonômico que foram apresentados no Catálogo Moure pela primeira vez e que depois foram repetidos em publicações subsequentes como novidades e não indicando o catálogo como fonte da informação.
É importante também alertar que as informações contidas nas versões online do catálogo Moure, em sua maioria, se referem apenas ao que se encontra publicado na literatura. Assim, há uma grande quantidade de informação não publicada, referente a posicionamento taxonômico, sinonímia, existência de material tipo considerado perdido, etc., que não estão sendo incorporadas nas versões online. Há casos, por exemplo, de designações de neótipos, feitos a partir da suposição de que o material tipo encontra-se perdido, que na verdade são inválidas porque há informação não publicada sobre o paradeiro do material e que não tinha sido incluída no catálogo online. O código de nomenclatura zoológica, no seu artigo 75, recomenda que antes de uma designação de neótipo, os autores devam consultar outros especialistas no grupo.
Gostaria de aproveitar para agradecer ao projeto “Consolidação da e-infraestrutura de dados abertos sobre a diversidade das abelhas nativas do Brasil”, na pessoa do seu coordenador, Prof. Eduardo Almeida (USP) e ao CNPq, IBAMA e a Associação Brasileira de Estudos das Abelhas – A.B.E.L.H.A. que por meio do subprojeto “Atualização do Catálogo de Abelhas Moure” permitiu a contratação de bolsistas que auxiliaram na atualização das informações sendo disponibilizadas. Nesse sentido, agradeço ao Dr. Diego Nunes Barbosa pelo grande empenho na compilação de informação e digitação dos dados na base usada para a nova versão. Agradeço também à colaboração do CRIA, em particular ao Sidnei de Souza, pela paciência e pelo empenho para a disponibilização online do Catálogo Moure.
Gostaria também de agradecer ao Prof. Antônio Aguiar (UnB) pela atualização das informações referentes aos Tapinotaspidini e ao Prof. Rodrigo Gonçalves (UFPR) por revisar as informações referentes a Halictinae. Agradeço também a todos aqueles que, desde a publicação da versão original em 2007, chamaram a atenção para incorreções no catálogo e nos enviaram seus comentários.
O Catálogo Moure para as espécies de abelhas neotropicais está disponível online de acesso público e aberto (http://moure.cria.org.br).
24 de jun. de 2022
Matéria publicada no itforum destaca a parceria CRIA - Google Cloud
Após o evento Google for Brasil 2022, o CRIA participou de uma coletiva de imprensa com a equipe do Google e o jornalista Marcelo Gimenes Vieira do itforum. Vejam a publicação resultante de Marcelo Gimenes Vieira:
Com Google Cloud, Cria quer expandir uso de dados sobre biodiversidade
Migração de sistemas e dados do Centro de Referência em Informação Ambiental para a nuvem abre perspectivas para além da academia
Boa leitura!



